Espaço para comunicar erros nesta postagem
Iniciativa já beneficia cinco comunidades e visa garantir o fornecimento na seca e cheia do rio
A Prefeitura de Porto Velho implementou sistemas de tratamento que tornam a água do rio Madeira potável, enfrentando um dos maiores desafios para as comunidades ribeirinhas, que lutam por acesso à água limpa tanto na época de seca quanto durante a cheia.
Com o objetivo de melhorar essa situação, a implementação dos sistemas de potabilização começou em cinco localidades específicas. A ação faz parte do programa S.O.S. Estiagem e incorpora equipamentos de filtragem e processos de tratamento, ampliando assim o abastecimento para as famílias, independentemente das oscilações do nível do rio Madeira.
O prefeito Léo Moraes ressaltou que essa ação é fundamental para aumentar o acesso à água tratada nas comunidades do Baixo Madeira. “Nosso compromisso é fazer a água tratada chegar cada vez mais longe, principalmente a quem enfrenta os desafios da seca e das cheias”, afirmou o prefeito.
Com a instalação dos sistemas nas próprias comunidades, a ideia é diminuir a dependência do transporte de água por embarcações e proporcionar uma alternativa de abastecimento utilizável em todas as épocas do ano.
O coronel Marcelo Duarte, coordenador das ações, explicou que as comunidades inicialmente atendidas foram selecionadas considerando a gravidade dos problemas de abastecimento. O trabalho envolve monitoramento e classificação de risco para identificar as áreas que precisam de atendimento prioritário.
“Esse trabalho não é apenas um serviço mitigatório, mas uma ação que entrega uma nova realidade para quem vive nessas regiões”, declarou Marcelo Duarte.
Os sistemas instalados garantem que a água captada do rio seja tratada antes de ser distribuída aos moradores, e um acompanhamento técnico é imprescindível para assegurar o funcionamento adequado dos equipamentos e a qualidade da água fornecida.
As comunidades Bom Jardim, Ilha Nova, Brasileira, Ilha de Assunção e Firmeza foram as primeiras a receber os sistemas de tratamento. A seleção das próximas localidades levará em conta o monitoramento climático e a análise das condições de abastecimento, buscando sempre ampliar o acesso à água potável na região ribeirinha.
Texto: João Paulo Prudêncio
Imagens: Hellon Luiz
Com informações do Capital Rondônia. Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom).
Nossas notícias
no celular